A ação do ácido ascórbico no tratamento do melasma

dc.contributor.advisorCunha, Heloisa Pamplona
dc.contributor.authorKisner, Juceli Pereira
dc.contributor.authorDegenhardt, Letícia Thalia
dc.contributor.coadvisorPedroso, Iasmine
dc.coverage.spatialRio do Sulpt_BR
dc.date.accessioned2022-02-07T14:07:42Z
dc.date.available2022-02-07T14:07:42Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractO melasma é uma doença caracterizada por máculas acastanhadas, de contornos irregulares e limites nítidos. Acomete especialmente a face e ocorre principalmente em mulheres após os 30 anos. Como opção não invasiva de tratamento, temos o ácido ascórbico (vitamina C), um ativo clareador. Assim, o objetivo do estudo foi analisar a eficácia da aplicação de um protocolo baseado no ácido ascórbico no tratamento do melasma e avaliar a melhora da qualidade de vida após o tratamento em voluntárias de 50 anos. Duas voluntárias participaram da pesquisa e foram acompanhadas por oito semanas, realizando sessões quinzenais do protocolo utilizando o kit “Efeito pele nova com Tecnologia Radiance Bright C” (Bioage Skincare solutions®) para uso profissional. Para conhecer o histórico das voluntárias e auxiliar no diagnóstico, foi utilizado a ficha de anamnese. O exame clínico e a lâmpada de Wood foram utilizados para confirmar o diagnóstico do melasma. Foi realizado o registro fotográfico na primeira e última sessão de tratamento, para comparar os resultados. O Melasma Area and Severity Index (MASI) foi utilizado no início e fim do tratamento, para avaliar a extensão e a melhora das lesões. As voluntárias foram orientadas a realizar home care específico diariamente. Para avaliar o impacto do melasma na qualidade de vida, foi aplicado antes e após o tratamento, o questionário MELASQoL. Após o tratamento, foi possível observar diminuição das manchas de ambas as pacientes (MASI diminuiu de 10,5 para 2,4 na voluntária 1 e de 31,6 para 26,1 na voluntária 2), que relataram se sentir satisfeitas com o resultado. Em relação a qualidade de vida, a voluntária 1 apresentou um resultado inicial obtido pelo MELASQoL de 22 e ao final do tratamento o valor foi 10, indicando melhora na qualidade de vida desta voluntária, apesar de já ter realizado um tratamento anterior. A voluntária 2 obteve pontuação 38 no MELASQoL no início do tratamento e ao final, 18. Em comparação com o valor inicial, observou-se uma melhora ainda maior nesta paciente, pois nunca havia realizado nenhum procedimento. Concluímos que o protocolo proposto, utilizando o ácido ascórbico, se mostrou eficaz para o tratamento do melasma em voluntárias de 50 anos, trazendo resultados satisfatórios tanto para as pesquisadoras quanto para as voluntárias.pt_BR
dc.format.extent62 p.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.sc.senac.br/handle/12345/13876
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherFaculdade Senac Rio do Sulpt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectMelasmapt_BR
dc.subjectVitamina Cpt_BR
dc.subjectÁcido ascórbicopt_BR
dc.subjectPigmentação cutâneapt_BR
dc.subjectEstética facialpt_BR
dc.subject.areaCiências da Saúdept_BR
dc.titleA ação do ácido ascórbico no tratamento do melasmapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR

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